O Retrato de Dorian Gray

Por Oscar Wilde, 1890

Um belo jovem, cuja beleza parece ser uma bênção divina, vive na sociedade vitoriana com um desejo insaciável por eterna juventude e prazer. Mas o preço dessa imortalidade estética é alto. Um pacto secreto permite que a aparência de Dorian Gray permaneça intocada enquanto toda a sujeira, os vícios e as paixões sombrias da vida se acumulam em seu retrato. À medida que sua alma decai sob o peso dos caprichos hedonistas – desde um amor fugaz até um ato de crueldade –, ele precisa encarar a verdade terrível: a obra de arte não é apenas um reflexo, mas sim o espelho distorcido e assustador de seu próprio caráter corrompido. O que acontece quando a beleza se torna uma máscara para a decadência moral?

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